26 de julho de 2017

Estreia de "Nomes para furacões" na Ocupação Artística Canhoba!

O Grupo Pandora de Teatro estreia seu novo espetáculo na Ocupação Artística Canhoba, neste domingo 30/07 às 18h!

NOMES PARA FURACÕES

SINOPSE:
Em uma cidade devastada pela guerra, Alice busca formas de salvar seu pai e de escaparem com vida da destruição. Em um looping temporal, exploram possibilidades de sobrevivência enquanto dois soldados tentam cumprir sua missão. Nomes para furacões é um jogo cênico fragmentado, dinâmico e poético, um delírio sobre a crise humanitária de nosso tempo.




FICHA TÉCNICA:
Criação: Grupo Pandora de Teatro
Texto e direção: Lucas Vitorino
Elenco: Caroline Alves, Filipe Pereira, Rodolfo Vetore e Wellington Candido.
Cenografia: Thalita Duarte
Figurino: Grupo Pandora de Teatro e Thais Mukai
Iluminação e sonoplastia: Grupo Pandora de Teatro
Maquiagem: Rodolfo Vetore
Vídeo: Filipe Dias
Produção: Thalita Duarte
Apresentações:
30/07 – domingo – às 18h
05/08 – sábado – às 19h
06/08 – domingo – às 18h
08/08 – terça-feira – às 20h
NÃO PERCAM!
Entrada Pague Quanto Puder
40 lugares
Local: Cine Teatro Pandora – Ocupação Artística Canhoba
Endereço: Rua Canhoba, s/n – ao lado do nº 333 na Praça Canhoba, próx. à caixa d’ água em Perus, São Paulo/SP.
Como chegar:
De carro: 30 minutos da Barra Funda vindo pela Marginal Tietê -> Rod. dos Bandeiras -> Rodoanel.
De metrô/trem: pegar a Linha 7 - Rubi na Estação Luz ou Barra Funda. 30 minutos também. Quando chegar em Perus dá pra subir pra Canhoba com os ônibus (mais 5 a 10 min): 8055/10 - Perus/Lapa ou 8014/10 - Perus/Morro Doce ou 888P/10 - Perus/Cohab Taipas ou 8055/51 - Perus/Barra Funda.

Foto: Levy Vitorino



18 de julho de 2017

Grupo Pandora de Teatro estreia peça onírica sobre as raízes da crise migratória.

No próximo dia 30/07 às 18h o Grupo Pandora de Teatro estreia seu novo espetáculo intitulado "Nomes para Furacões" na Ocupação Artística Canhoba Perus onde também realiza apresentações nos dias 05, 06 e 08/08 e em seguida segue em curta temporada na sede da Companhia do Feijão, aos sábados e domingos até o final de Agosto.

Foto: Luh Silva

O espetáculo "Nomes para furacõespropõe um olhar crítico sobre as raízes da crise do processo migratório, da brutalidade da guerra e despotismo da vida sem esperança. Seu título evoca a pratica de nomear algo que esta além do que entendemos como humano, uma necessidade de humanizar algo que vai além da nossa compreensão.

Partindo do pensamento de Zygmunt Bauman em seu livro “Estranhos à nossa porta”, a montagem traça uma reflexão sobre a violação dos Direitos Humanos, as consequências dos conflitos bélicos do nosso século, o papel da cooperação humanitária internacional para a minimização de seus efeitos e a separação entre “nós” e “eles”, norteados pelo princípio de que as migrações estão relacionadas a uma responsabilidade moral, que foi perdida e deve ser recuperada.



Foto: Thalita Duarte

A dramaturgia dá continuidade na pesquisa do Grupo Pandora de Teatro em jogo de sonho e narrativas oníricas, apresentando situações de uma família que encara a possibilidade e os desafios de fugir de seu país em função da violência da guerra e da brutalidade da fome, vitimas dos equívocos das políticas de separação e da exclusão.

Sinopse:
Em uma cidade devastada pela guerra, Alice busca formas de salvar seu pai e de escaparem com vida da destruição. Em um looping temporal, exploram possibilidades de sobrevivência enquanto dois soldados tentam cumprir sua missão. Nomes para furacões é um jogo cênico fragmentado, dinâmico e poético, um delírio sobre a crise humanitária de nosso tempo.


Ficha Técnica:
Encenação e dramaturgia: Lucas Vitorino
Elenco: Caroline Alves, Filipe Pereira, Rodolfo Vetore e Wellington Candido.
Cenografia: Thalita Duarte
Figurino: Grupo Pandora de Teatro e Thais Mukai
Iluminação e sonoplastia: Grupo Pandora de Teatro
Maquiagem: Rodolfo Vetore
Produção: Thalita Duarte

Duração: 80 min
Faixa etária: 12 anos



Confiram as datas:

30/07 domingo às 18h
05/08 sábado às 19h
06/08 domingo às 18h
08/08 terça-feira às 20h

Entrada Pague Quanto Puder
40 lugares

Local:
Cine Teatro Pandora – Ocupação Artística Canhoba
Endereço: Rua Canhoba, s/n – ao lado do nº 333 na Praça Canhoba, próx.: à caixa d’ água em Perus, São Paulo/SP.

e

12/08 sábado às 20h
13/08 domingo às 19h
19/08 sábado às 20h
20/08 domingo às 19h
26/08 sábado às 20h
27/08 domingo às 19h

Entrada Pague Quanto Puder
80 lugares

Local:
Espaço Companhia do Feijão
Endereço: Rua Dr. Teodoro Baima, 68. República

Informações: grupopandoradeteatro@yahoo.com.br ou (11) 96676-5815 (Oi/Wts)


Sobre o Grupo:
O Grupo Pandora de Teatro, da Cooperativa Paulista de Teatro, em 2017 comemora 13 anos de trabalho de pesquisa e criação teatral. Com 9 espetáculos já montados, o grupo já participou de diversos festivais e foi contemplado pelos editais: Programa VAI (2006 e 2009); ProAC - Produção de Espetáculo Inédito de Teatro (2011); Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz (2013 e 2014); Ocupação do CCJ (2013) e Programa Municipal de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo (2012, 2014 e 2017).








26 de abril de 2017

Oficina de Dramaturgia na Ocupação Artística Canhoba

Inscrições abertas, nova oficina na Ocupação Artística Canhoba!!!

O Texto Cênico - Oficina de Introdução à Escrita Dramatúrgica


A oficina tem como objetivo uma reflexão teórica e prática sobre os princípios básicos da dramaturgia, como personagens, diálogos, enredo, ação dramática e conflito. Através de análises de peças curtas de dramaturgos contemporâneos (como Tenessee Williams, Harold Pinter, Matéi Visniec e Newton Moreno) e exercícios de escrita, os participantes poderão desenvolver seus próprios textos, que serão discutidos e analisados no final do processo.

De 06/05 à 03/06 - Sábados - das 14h às 17h
Atividade gratuita

https://docs.google.com/forms/d/1jsyMUWQ_G4CCMc6d2kSrIdLGycuJLRc3JaYR1uxPo_w/edit
Faça sua inscrição, preenchendo o formulário neste link.

18 de janeiro de 2017

Relicário de Concreto - Ocupação Artística Canhoba



"A fábrica ainda faz barulho. Ainda agita e movimenta esta cidade. 
Nossa cidade. Todas as cidades. "


Relicário de Concreto do Grupo Pandora de Teatro

Curta temporada - Sábados de Fevereiro
Dias: 04, 11, 18 e 25/02
Horário: 19hrs

ENTRADA GRATUITA!

Classificação: Livre / Duração: 75 min
40 lugares

Venha fortalecer esta ocupação artística e nos dê uma força na divulgação, convide seus amigos.


Local: Cine Teatro Pandora - Ocupação Artística Canhoba
Endereço: Rua Canhoba, s/n – ao lado do nº 333 na Praça Canhoba, próx. à caixa d’ água em Perus, São Paulo/SP.
(Linhas de ônibus: 8055/10, 8014/10, 888P/10 ou 8055/51)

Sinopse: Jovem procura emprego em uma fábrica de cimento, vê-se enredado por uma atmosfera de sonho e memória, onde cenas de um passado não muito distante irão misturar-se à suas angustias e preocupações modernas. Passado e presente apresentam-se em uma única trajetória lírica, poética, onde a dualidade Queixada/Pelego é extrapolada em cenas e fragmentos de uma complexa rede de relações.

Criação: Grupo Pandora de Teatro
Encenação: Lucas Vitorino
Dramaturgia: Vince Vinnus
Elenco: Caroline Alves, Diego Meshi, Lucas Vitorino, Rodolfo Vetore, Thalita Duarte, Wellington Candido e Wesley Costa.
Cenografia e figurino: Grupo Pandora de Teatro
Operador de som e luz: Lucas Vitorino
Produção Executiva: Thalita Duarte

Espetáculo inspirado nas memórias dos trabalhadores da Fábrica de Cimento Portland Perus e de uma de suas lutas em particular: a "Greve dos Queixadas", que teve duração de sete anos entre 1962 e 1969, até hoje considerada um marco da memória da cidade de São Paulo. Fundada em 1926, a Portland Perus foi a primeira fábrica de cimento com produção em larga escala no Brasil, contribuindo diretamente na construção das metrópoles brasileiras em meados da segunda metade do século XX e continuou em atividade até meados da década de 1980. Hoje a Fabrica sofre a degradação natural do tempo e o abandono por parte de seus proprietários. Tombada como Patrimônio Histórico em 1992, há mais de 30 anos diversas iniciativas populares de unem para revitalizar o local, transforma-lo em um Centro de Cultura e Memória do Trabalhador e não deixar que esta memória se perca.

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